quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Evangelho de Mateus - capítulo 8 (com base nas notas de rodapé)

 O salvador real veio salvar os homens e purificá-los de sua lepra para que se tornem o povo do Seu reino.
 Todas as curas realizadas nas pessoas caídas são resultado da redenção do Senhor. Na cruz, Ele tomou as nossas enfermidades, carregou as nossas doenças e realizou plena cura por nós. No entanto, nesta era, a aplicação desse poder divino de cura, é apenas um antegozo para nós; o pleno gozo, nós nós o teremos na era vindoura.
 Até as raposas e as aves têm lugar de descanso, mas o Rei do reino não o tinha. Isso prova que o reino que Ele estava estabelecendo não era material,  de natureza terrena, mas espiritual, de natureza celestial.
 A fé provem e depende da palavra do Senhor. Devemos ter uma plena percepção sobre a palavra do Senhor; assim, teremos bastante fé.

Evangelho de Mateus - capítulo 7 ( com base nas notas de rodapé)

 O povo do reino, que vive com um espírito humilde sob o governo celestial do reino sempre julga a si mesmo e não aos outros. Sob o governo celestial do reino, o povo do reino será julgado conforme tiver julgado os outros. Se julgarem os outros com justiça serão julgados com justiça pelo Senhor; se julgarem os outros com misericórdia, serão julgados com misericórdia pelo Senhor. A misericórdia triunfa sobre o juízo.
  Mateus 7:7 diz " Pedi, e vos será dado; buscai, e achareis, batei, e vos será aberto. Primeiro, devemos pedir, depois buscar e, por fim, bater. Pedir é orar de modo geral, buscar é suplicar de modo específico e bater é exigir do modo mais íntimo e fervoroso.
 No versículo 11 há uma grande promessa. Ela afirma que o povo do reino recebe o cuidado e a provisão do seu Pai que está nos céus. Assim, são perfeitamente capazes de cumprir a nova lei do reino e viver na realidade do reino para entrarem na sua manifestação.
  Para entrar no reino dos céus, precisamos fazer duas coisas: invocar o Senhor e fazer a vontade do Pai celestial. Invocar o Senhor é o suficiente para sermos salvos, mas para entrarmos no reino dos céus, também precisamos fazer a vontade do Pai celestial.
  Visto que entrar no reino dos céus requer que se faça a vontade do Pai celestial, sem dúvida alguma é diferente de entrar no reino de Deus pela regeneração. Obtemos a entrada no reino de Deus nascendo da vida divina; obtemos a entrada do reino dos céus vivendo essa vida.
 O viver e a obra do povo do reino devem ser fundamentados na palavra do novo Rei para realização da vontade do Pai celestial. Isso é entrar pela porta estreita e andar no caminho apertado que conduz à vida.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Evangelho de Mateus - capítulo 6 (com base nas notas de rodapé)

 A carne do homem, que busca glorificar a si mesma, sempre quer fazer boas ações diante dos outros com o intuito de receber elogios. Mas ao povo do reino, que vive com um espírito humilde e que foi esvaziado, e que anda sob o governo celestial do reino com um coração puro e singelo, não lhe é permitido fazer coisa alguma na carne para receber elogios dos homens, antes deve fazer tudo no espírito para agradar a seu Pai celeste.
 Para o povo do reino, Deus não é somente seu Deus, mas também seu Pai; eles não forma somente criados por Deus, mas também regenerados pelo Pai. Possuem não somente a vida humana, natural e caída, mas também a vida divina, espiritual e incriada.
 O povo do reino vive pela vida divina do Pai e anda segundo o espírito. Assim, a exigência é que façam coisas boas secretamente, e não em público. Exibição pública não corresponde a natureza misteriosa e secreta da vida divina. O povo do reino, como filhos do Pai celestial, deve viver na presença do Pai e valorizá-la. O que quer que façam secretamente para o reino do Pai, Ele o vê secretamente e os recompensará. O fato d Pai celestial ver secretamente deve ser um incentivo para realizarem seus feitos justos secretamente. A recompensa pode ocorrer nessa era ou ser dada a nós como galardão na era vindoura.
 O povo do reino deve orar para que a vontade de Deus seja feita na terra até que a terra seja totalmente restaurada para a vontade de Deus na era vindoura do reino. O povo do reino não deve viver daquilo que ajuntou; pelo contrário, deve viver, pela fé, do suprimento diário do Pai. O povo do reino deve pedir ao Pai que perdoe as suas dívidas, seus fracassos, suas transgressões, assim como eles perdoam os seus devedores. Isso é para manter a paz. O povo do reino deve pedir ao Pai que não os deixe cair em tentação, mas que os livre do maligno, o diabo, e do mal que dele procede.
 O reino é a esfera na qual Deus exerce Seu poder para expressar Sua glória. Se o povo do reino não perdoar as ofensas dos homens, tampouco Seu Pai celestial lhes perdoará as ofensas. E, tal caso, suas orações serão frustradas.
 Nossa vida é mais que alimento, e nosso corpo mais que as vestes. Tanto nossa vida como nosso corpo foram trazidos a existência por Deus, e não pela nossa ansiedade. Visto que Deus nos criou com vida e corpo, certamente Ele cuidará das suas necessidades. O povo do reino não precisa ficar ansioso quanto a isso. O povo do reino tem a vida divina de seu Pai celestial com sua força para guardar a nova lei do reino. Eles também têm seu Pai celestial como Aquele que cuida das suas necessidades materiais, para que não precisem ficar ansiosos acerca disso. Seu Pai é a fonte da sua força e suprimento. Portanto não precisam estar fracos ou carentes. O povo do reino jamais deve viver pensando no amanhã, mas deve sempre viver no dia de hoje.